terça-feira, 18 de setembro de 2012

Exercício VT Publicitário - Videos Produzidos


Criar um VT Publicitário a partir do produto dado pelo professor.

O objetivo é criar e produzir um video de 30" com a intenção de vender o produto ao público-alvo determinado: estudantes de cinema e video. 

As regras estão ao final do post:


Pagador da Rodada - Nayara Camargos, Laura Alves, Felipe de Oliveira, André Miranda e Thais Botrel



 Sustentabilidade + Decoração: Fernanda Sanches, Luiza Raemdonck, Mahiba Grisolia e Marianna Mastrogiovanni. 



Escondeitor: Álvaro Domingues, Bernardo Antônio, Gabriel Delano, Marina Meira, Mário Crespo




Alchemist - Removedor de Cálculos Renais: Noel

LacTel: Julio Cruz, João Ricardo e Amanda Tavares



Pupi: Raul Richard, Marcus André, Marco Amaral e Débora Magalhães



Rock Filmes: Pipa Cavalcanti, Rafael Campos, Bia Portugal e Guido Mintz



Encosto: Marco Aurélio, Caolina Martins, Elisa Castro, Rafael Felipe, Rafael Ferreira



Maquete: Athos, Bartira, Bernardo Machado e Jaques



Regras

1) Somente um take, sem edição e corte;

2) Não pode ter locução;

3) Acrescentar, no máximo, mais dois elementos em cena;

4) Colocar, no máximo, uma tela/slide/legenda como produção gráfica;

5) Pode usar trilha sonora e efeitos sonoros.

6) O uso original do produto NÃO pode ser coincidente com o publicitado. Por exemplo, um caderno para anotar, um prego para pregar algo, um copo para beber água. O produto deve subverter a sua função original.


Grupos de, no máximo, cinco componentes. 

O trabalho vale 10 pontos e, além da criatividade, serão avaliadas a participação individual dos componentes do grupo e a capacidade de gerar motivações para o consumo do produto.

Deverá ser entregue um roteiro conforme modelo do Material Didático do SOL, incluíndo a contribuição individual de cada componente do grupo no trabalho (ex: Fulano de Tal, Produção; Cicrano da Silva, Argumento e Roteiro etc).

As aulas do dia 25/09 estão reservadas para a produção e edição e o VT deve ficar pronto, impreterivelmente, até às 11:15. 



 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

KlugTV | Aplicativo promete unir telespectadores e internautas



Por BRZ Comunicação - 27/06/2012

Pesquisa divulgada pela Ibope Nielsen Online aponta o crescente hábito de navegar na internet enquanto o usuário divide sua atenção com a programação da TV. Segundo a pesquisa, 43% dos internautas entrevistados alegaram assistir televisão enquanto navegam na internet, e dessa parcela, 51% disseram que esse hábito é diário.

De olho nesse comportamento e público crescente, o grupo de brasileiros formado por Gustavo Mills, Jan Schnürle e Ricardo Sé Cestari, criou uma nova plataforma que promete melhorar e amplificar a experiência do usuário com a programação do canal assistido.

O aplicativo KlugTV funcionará como uma segunda tela que mostrará informações extras da programação, como fotos, textos, informações, enquentes e outras ações interativas relacionadas à programação do canal. Tudo estará sincronizada em tempo real à programação do canal. Enquanto o usuário assiste uma novela, poderá interagir com um conteúdo relacionado a ela e especialmente preparado para esses usuários.

A mesma coisa valerá para os anunciantes. O grande diferencial é que o KlugTV também interagirá com os anunciantes enquadrados na programação da emissora, permitindo ações de compras online, agendamento de test-drive de um carro novo, inscrição numa promoção, entre outras ações interativas. Isso criará uma vantagem quantitativa e qualitativa para a emissora e seus anunciantes.

Demonstração do aplicativo KlugTV

A primeira emissora a comprar a ideia foi o SBT, mas segundo Gustavo Mills, cofundador e diretor de marketing do KlugTV, a meta é implantar a plataforma em três das cinco grandes emissoras de TV do país até o final do ano e partir para canais internacionais em 2013.

A plataforma estará disponível a partir do dia 15 de julho para tablets Android e Ipad. Está prevista para agosto uma versão para smartphones e em setembro uma versão web.

Prezadas e Prezados, dêem sua opinião sobre a nota e suas implicações sobre a produção regular de audiovisual e de publicidade em mídia eletrônica.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Seminário Cinema X Séries


Prezadas e Prezados,


1) Selecionar um filme e uma série, que tenham sido derivados um do outro. A ordem não importa, se veio o filme ou a série primeiro.

2) Fazer uma análise das diferenças entre as produções, a partir de cinco critérios:

• Narrativa
• Estética
• Construção de personagens
• Roteiro
• Produção

3) Montar uma apresentação, em Power Point ou similar, de 20 minutos para a classe com os resultados.

4) Também será necessário a entrega do trabalho escrito.

As normas:
Grupos de, no máximo, quatro estudantes.

As apresentações serão no dia 02/10.

Valerá 10 pontos, divididos em trabalho concluso, apresentação e pela participação individual no seminário

Não poderá ter a apresentação de dois grupos sobre o mesmo filme/série. 
Inscreva seu grupo e a série/filme na seção de comentários. Os primeiros terão preferência sobre a série/filme escolhidos. O professor também poderá barrar determinadas séries/filmes em caso de já terem sido feitos em semestres anteriores.

Bom trabalho.

Estudo Dirigido II: Arlindo Machado, os gêneros televisuais e o diálogo


ESTUDO DIRIGIDO II

OS GÊNEROS TELEVISUAIS E O DIÁLOGO
MACHADO, Arlindo. A televisão levada à sério. São Paulo: Editora Senac, 2000.

       
Prezadas e Prezados,
Leiam o texto citado acima e respondam as seguintes questões:

     1) Memes hoje adquirem um novo significado. Faça uma correlação como hoje são entendidos nas redes sociais e como Arlindo Machado trata em seu texto.

     2) O texto defende que os gêneros vem e volta e vão. Na sua opinião, o que faz com que alguns gêneros façam essa trajetória e outros não?

     3)  Machado defende uma quase hegemonia do diálogo nos principais gêneros. Com que argumentos você poderia contrapor esse raciocínio? 

     4) Critique os exemplos dados pelo autor na parte final do texto.

O trabalho é individual e deve ser entregue impresso no dia 18.09.12.

Há diversos exemplares do livro na Biblioteca, embora não sejam infinitos.

Bom trabalho a todos.


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

BBC estuda modelos para auxiliar canais na produção local de drama



Por Ana Carolina Barbosa - Tela Viva News - Produção audiovisual - 28/08/2012, 20h40

A BBC Worldwide promove seu Showcase América Latina no Rio de Janeiro, e uma das novidades neste ano é a busca dos clientes por parcerias com a broadcaster britânica para a produção local de drama, como observa Helen Jurado, VP de vendas para televisão e distribuição da BBC Worldwide Latin America. "Temos muita experiência em drama, roteiro e produção. Estamos vendo como podemos ajudar", diz a executiva, destacando que isso já pode ser um reflexo do sistema de cotas de programação nacional impostos pela Lei do SeAC.

Matt Forde, EVP de vendas e coprodução da BBC Worldwide America, conta que os modelos ainda não estão definidos e devem ser ajustados de acordo com a necessidade de cada cliente. "O importante é que já temos conhecimento do negócio de cada um deles", avalia o executivo.

Além destas novas oportunidades de negócio que se delineiam, as vendas continuam fortes e crescentes para o mercado brasileiro, tanto para canais pagos como abertos, especialmente de drama e estilo de vida. Neste ano, a BBC iniciou a distribuição de um de seus canais no Brasil, o BBC HD, por enquanto apenas no line-up da Net. Segundo Matt, isso é uma grande oportunidade de mostrar a programação da BBC e ajuda a estabelecer uma conexão mais profunda tanto com a audiência quanto com parceiros locais, o que deve produzir impactos positivos nos negócios no País.

No ano passado, clientes que oferecem conteúdo exclusivamente por plataforma digital, como o Terra e a Saraiva Digital, participaram do evento. Neste ano, os executivos tiveram reuniões com representantes da Netflix e Apple.

Prezadas e Prezados, interessa? Na opinião de vocês, quais são os problemas para os produtores audiovisuais como vocês para participarem com chances em processos de oferta de conteúdo como esse? E como seriam as soluções?

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Séries que só passam na web


Feitos para o YouTube, seriados independentes começam a ganhar fãs

Por RAFAEL DE PINO - Revista Época -Internet - 03/06/2012

No ano de 2015, o Brasil acaba de ganhar a Copa do Mundo em casa e vive um novo milagre econômico à custa do petróleo do pré-sal. O resto do mundo está numa crise aguda, e o Brasil sofre um ataque terrorista. Com esse pano de fundo se passa a série ApocalipZe, produzida para a internet e filmada em Belo Horizonte, Minas Gerais. Os efeitos especiais da produtora mineira Guerrilha Filmes são profissionais e quase improváveis para um orçamento de apenas R$ 134 mil para os cinco capítulos da primeira temporada.

ApocalipZe não dá dinheiro nem alcança o grande público. Qualquer vídeo de bichinhos fofos recebe mais cliques que a primeira temporada inteira da série. Mas agradou à crítica. Foi escolhida para ser exibida no Marseille Web Fest, na França, um dos principais festivais dedicados a webséries. No mesmo festival, a websérie Heróis, também realizada pela produtora mineira, foi uma das 23 escolhidas do mundo inteiro para a mostra competitiva, um feito inédito para produções do gênero do Brasil.

As primeiras webséries brasileiras foram produzidas em 2009. Uma das pioneiras foi 2012 onda zero, uma história de fantasia cheia de efeitos especiais produzida pelo carioca Flávio Langoni. “Fizemos com o dinheiro de uma parceria para testar um sistema de TV digital”, afirma Langoni. Cada um dos quatro episódios custou R$ 90 mil. Serviram para mostrar que era possível produzir conteú­do assim. “Acabamos sofrendo com a concorrência desleal. Negociamos com um canal de TV, e eles desistiram. Pior, levaram nossa protagonista”, diz. A websérie 2012 onda zero foi a inspiração inicial do mineiro Guto Aeraphe, criador de Heróis e ApocalipZe. “Quando vi a produção, incomum para os padrões da época, comecei a cultivar a ideia”, afirma Aeraphe.

O primeiro sucesso brasileiro do gênero foi Lado Nix, a história de uma balconista de loja de quadrinhos apaixonada por filmes, games e quadrinhos dos anos 1980. A ideia é do diretor e roteirista Paulo Mavu e virou referência para quem pretende produzir webséries no Brasil. Custou R$ 85 mil e foi veiculada entre outubro e dezembro do ano passado. Recebeu 850 mil acessos. “Fizemos sem nenhum incentivo, com dinheiro da própria produtora”, afirma Mavu. O retorno foi a visibilidade para sua produtora, a Mambo Jack. “Muitos clientes novos ficaram impressionados com o resultado e voltaram, principalmente com a pós-produção, nossa especialidade. E novos clientes apareceram.”

Nos Estados Unidos, onde o gênero já se consagrou, as webséries são exibidas em plataformas on-line como o Hulu e a Netflix, vendidas no iTunes ou na rede do console de games Xbox. O maior sucesso é The guild, lançada em 2007, sobre um grupo de amigos apaixonados por games. Só no YouTube houve mais de 69 milhões de acessos, e a série está em sua quinta temporada. No Brasil, o YouTube, gratuito, é quase o único meio de exibição. A promoção fica a cargo do boca a boca e das redes sociais. O grupo mais ativo de produtores é o 8KA, com quatro títulos no YouTube, entre eles a comédia adolescente Armadilha. O canal do grupo tem 1,3 milhão de acessos.

Com a banda larga popularizada e a migração da audiência da televisão para a internet, o público das webséries deverá aumentar rapidamente. Ao contrário dos filmes e seriados convencionais, os episódios normalmente não duram mais de dez minutos. A edição é ágil, para prender a atenção do espectador e evitar que ele clique em algum link. Os planos são mais fechados nos personagens, uma adaptação ao tamanho das telas do monitor e dos celulares. Essa estética, que consagrou as webséries americanas, é repetida nas nacionais. Se o modelo der certo, as produções independentes se tornarão referência.

Prezadas e Prezados, dêem sua opinião sobre a notícia, mas também não se esqueçam de fazer o contraditório.
 
 

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Trabalho Audiovisual I: Telereportagem

 
Prezadas e Prezados, 

Conforme conversamos, segue as orientações para o primeiro trabalho audiovisual: 

1) Organizar um Grupo de 4 colegas

2) Pré-Produção: Criar e produzir uma pauta para uma reportagem real sobre qualquer temática. No Material Didático tem modelo de pauta vazia, mas também uma completa para servir de referência. E também uma pequena e legal apostila sobre a confecção de pautas escrita pela Profa. Tatiana Carvalho. 

3) Produção*: Produzir a reportagem com os elementos clássicos: off, sonoras, passagem(ns). 

4) Pós-Produção*: Editar a reportagem. Ela deverá estar pronta impreterivelmente às 11h15min do dia 04/09. Postar na internet e informar o link para o professor. 

*No dia 04/09, as aulas estão reservadas para produção e pós-produção. O trabalho pode ser entregue depois, mas será descontado pontos do valor total (10 pts.)